domingo, 27 de fevereiro de 2011

O texto teatral escrito I - atividades 8º ANO


O texto teatral escrito I
1.       O texto apresenta um confronto de interesses entre |Jorge e o Sr. Souza, revelado pela conversa ao telefone.
a)      Como Souza se posiciona diante do problema?
b)      Que argumento Jorge utiliza para tentar convencer Souza a mudar de ideia?
c)       “Está bem, está bem. Já sei que falamos nesse assunto mas às vezes mesmo um homem tão decidido como você pode mudar de ideia”, diz Jorge em certo momento. Levante hipóteses: Pela reação de Jorge, o que você acha que Souza disse a ele?
d)      Qual é a última proposta que Jorge faz a Souza?

2.       O texto teatral tem semelhanças com o texto narrativo: apresenta fatos, personagens, tempo e lugar.
a)      Onde ocorre essa cena?
b)      Qual é, aproximadamente, o tempo de duração desse cena?

3.       Comparando a estrutura do texto teatral com a outros textos narrativos ficcionais, como, por exemplo, o conto, o mito e a fábula, observamos que o texto teatral se constrói de forma diferente.
a)      Há, no texto teatral, um narrador que conta a história?
b)      De que maneira, então, tomamos conhecimento dela?

4.       O diálogo entre os personagens constitui o elemento essencial do texto teatral. Numa fábula ou conto, a fala dos personagens aparece geralmente depois dos verbos como dizer, perguntar, afirmar, chamados dicendi. No texto teatral escrito, como é introduzida a fala dos personagens?

5.       O texto teatral escrito apresenta alguns trechos em letras de tipo diferente, em geral, conhecido por itálico. Veja:




Esses trechos, chamados rubricas, têm uma função especial. Qual é ela?

6.       Observe a linguagem empregada pelas personagens. Que tipo de variedade linguística predomina: uma variedade de acordo com a norma-padrão formal ou com a norma-padrão informal? Justifique.

7.       Quando um texto teatral é lido, o leitor é o interlocutor da história vivida pelas personagens. Quando ele é encenado, quem é o interlocutor?

8.       Troque de ideias com SOS colegas de grupo e, juntos concluam: quais as características do texto teatral escrito?

O texto teatral escrito I - 8º ANO







quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O DISCURSO CITADO NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS - 9º ANO


No Rio, tubulação se rompe e esgoto inunda sebo e livraria
Felipe Werneck / RIO -                                                               

Jorrou esgoto do teto por 13 horas anteontem dentro do sebo Berinjela e de uma das mais tradicionais livrarias do Rio, a Leonardo da Vinci, que funciona desde a década de 1950 no subsolo do Edifício Marquês do Herval, na Avenida Rio Branco, centro da cidade. "Foi uma coisa dantesca. Não é ficção. Era uma cachoeira", disse ontem Milena Duchiade, gerente da livraria. O estrago foi bem maior no sebo vizinho, com acervo de 28 mil livros, mas o prejuízo nos dois casos ainda não foi calculado.
Por causa do risco de curto-circuito, a sala da livraria foi interditada pela Defesa Civil e não abriu ontem. No sebo, ainda escorria um filete do teto. Os irmãos Daniel e Silvia Chomski, donos da Berinjela, que funciona no local há 15 anos, contaram que ainda não tiveram coragem de ver a situação dos cerca de 20 mil livros estocados na sala dos fundos, a parte mais atingida. "A gente gosta de livro. Estou com medo de ir lá dentro. Foi o caos", disse Silvia. Eles correram para tentar salvar parte dos 8 mil livros e centenas de CDs e DVDs expostos nas estantes.
Preciosidade da casa, a primeira edição em francês de O Mito de Sísifo (1942), de Albert Camus, assinada pelo autor, escapou por sorte. "Graças a Deus, vendi na semana passada", afirmou Daniel.
Ele afirmou que os técnicos da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) demoraram 4 horas para chegar ao local. "Uma atendente chegou a dizer que o prazo era de 72 horas."
A Cedae informou que, após uma vistoria, técnicos constaram que acima da laje da galeria do condomínio há uma tubulação de esgoto que não é ligada à rede. "A tubulação está corroída e não leva o esgoto a lugar nenhum. Dessa tubulação, vazou o esgoto que inundou os dois estabelecimentos", informou a companhia, responsabilizando o condomínio, que foi notificado.
Já o síndico, Elídio Moreira, culpa a Cedae pelo vazamento. Segundo ele, por falta de manutenção houve retorno do esgoto da rua pela tubulação. 
(O Estado de S.Paulo, 10/06/2010.)

Reportagem 9º Ano


8º ano - A Linguagem do Texto "Sopa de Macarrão"



Ø  A LINGUAGEM DO TEXTO

1.    1- Observe este enunciado do texto:

“O pai come dolorosamente, a mãe come furiosamente, o filho olha o prato tristemente.”

O enunciado é formado por três orações, que apresentam estrutura sintática semelhante: sujeito + verbo + advérbio de modo + (dolorosamente, furiosamente, tristemente).
Considerando a situação vivida pelas personagens, explique o efeito de sentido que essa construção e emprego dos advérbios produzem no enunciado.

2.    2 - A expressão fast-food é de origem inglesa e designa a alimentação de preparo e consumo rápidos, principalmente lanches.
a)    Que outras palavras de origem estrangeira aparecem no texto para designar elementos da culinária?
b)    De que país, principalmente, vem, na atualidade, a influência sobre nossos hábitos alimentares?

3.   3 - A palavra mas é empregada várias vezes no texto.
a)    Que sentido essa palavra expressa: de adição, de oposição, de explicação ou de causas?
b)    Considerando o assunto do texto e o diálogo mantido entre as personagens, como você justifica tantas repetições dessas palavras?

4.    4 - A expressão que-nem, utilizada em “É teimoso que-nem o pai”, é bastante empregada na linguagem coloquial.
a)    Que sentido ela tem nessa situação?
b)    Que outra palavra ou expressão poderia substituí-la?

Tarefa Gramática 1º ano - As variedades linguísticas na construção do texto


As variedades linguísticas na construção do texto

O texto de humor veiculado na INTERNET em 2003 serviu de ponte para a atividade seguinte.

Assaltante nordestino
___ Ei, bichim... Isso é um assalto... Arriba os braços e num se bula, nem faça muganga... Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão meu Padim Ciço, mas é que eu to com uma fome da moléstia...

Assaltante mineiro
___ Ô sô, prestenção... Isso é um assarto, uai... Levanta os braços e fica quetim quesse trem na minha mão tá cheio de bala... Mio passá logo os trocado que eu num to bão hoje. Vai andando, uai! Ta esperando o quê, uai!

Assaltante gaúcho
___O, guri, ficas atento... Bah, isso é um assalto... Levantas os braços e te aquietas, tchê! Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê. Passa as pilas pra cá! E te manda a La cria, senão o quarenta e quatro fala.

Assaltante carioca
___Seguinte bicho... Tu te deu mal. Isso é um assalto. Passa a grana e levanta os braços, rapá... Não fica de bobeira que eu atiro bem pra... Vai andando e, se olhar pra trás, vira presunto...

Assaltante baiano
___Ô meu rei... (longa pausa) Isso é um assalto... (longa pausa) Levanta os braços, mas não se avexe não... (longa pausa). Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado... Vai passando a grana bem devagarinho (longa pausa). Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado... Não esquenta meu irmãozinho (longa pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada...

Assaltante paulista
___Orra meu... Isso é um assalto meu... Alevanta os braços, meu... Passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Corinthians, meu... Pô, se manda, meu...

1 - O texto retrata várias cenas de assalto, cada uma delas situada em um Estado ou região diferente do país. A fala do assaltante tem sempre o mesmo conteúdo, enquanto o uso da linguagem e o modo como o assalto é conduzido mudam de uma situação para outra. Identifique, em cada uma das cenas, duas palavras ou expressões próprias do:


a)    nordestino
b)    mineiro
c)    gaúcho
d) carioca
e) baiano
f) paulista

2 - Além da linguagem, o texto também revela comportamentos ou hábitos que supostamente caracterizam o povo de diferentes Estados ou regiões. O que caracteriza, por exemplo:
a)    O nordestino?
b)    O baiano?
c)    O paulista

Tarefa Gramática 1º ano - Exercício



1 -  O texto que segue, desprezando as normas da língua escrita,procura reproduzir o jeito como supostamente se fala em certas regiões de Minas Gerais. Sua finalidade,portanto é, estritamente humorística. Leia-o.


Causo de Mineiro

Sapassado, era sessetembro taveu na cuzinha tomano um pincumel e cuzinhano um kidicarne e cumasrumate pra fazer uma macarronada cum galinhassada. Quascaí dessusto quanduvi um baruí vindedenduforno, parecenum tidiguerra. A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá. O forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu! Nossisonha! Fiquei branco quinei um lidileite. Foi um trem doidimais! Quascaí dendapia! Fiquei sem sabê doncovim, pronconvô, oncontô. Oiprocevê quelocura! Grazadeus ninguém semaxucô!
a)   O texto apresenta aspectos de variação lingüística. Que  dialeto é utilizado para construir o humor do texto? (2 Linhas)
b)   Observando a escrita de algumas palavras do texto, deduza: o que caracteriza esse dialeto?
(3 Linhas)
c)   Também é possível observar no texto variações de registro, especialmente quanto ao modo de expressão. O tempo apresenta marcas da linguagem escrita ou da linguagem oral? Dê alguns exemplos que justifiquem sua resposta. (4 Linhas)

2 – Leia o trecho de uma carta escrita por Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu entre o final do século XIX e o início do século XX.

Excelentíssima Senhora. Creio que esta carta não poderá absolutamente surpreendê-la. Deve ser esperada. Porque V. Excia, compreendeu com certeza que, depois de tanta súplica desprezada sem piedade, eu não podia continuar a sofrer o seu desprezo. Dizem que V. Excia, me ama. Dizem, porque da boca de V. Excia, nunca me foi dado ouvir essa declaração. Como, porém, se compreende que, amando-me V. Excia, nunca tivesse para mim a menor palavra afetuosa, o mais insignificante carinho, o mais simples olhar comovido? Inúmeras vezes lhe pedi humildemente uma palavra de consolo. Nunca obtive, porque V. Excia ou ficava calada ou me respondia com uma ironia cruel. Não posso compreendê-la: perdi toda esperança de ser amado. Separemo-nos. [...]
a)    Caracterize a variedade linguística e o grau de formalismo empregado pelo autor do texto.  (2 Linhas)
b)   Olavo Bilac viveu no final do século XIX e início do século XX. O texto é um bom exemplo de como as declarações amorosas eram feitas na época, nesse tipo de variedade linguística. Colocando-se no lugar do poeta, re-escreva o texto, mantendo o conteúdo mas empregando uma variedade linguística que seria comum entre dois jovens nos dias de hoje. (15 Linhas)
3 - A variação linguística às vezes nos surpreende, pois nos transmite a sensação de que se trata de uma língua completamente diferente daquela da qual é apenas uma variante. O texto a seguir é um bom exemplo de variação territorial. Pertence à obra “O trabalho é sagrado”, de Henrique Nicolau, e foi escrito em português lusitano. O desafio da “tradução” foi lançado por Roldão Simas Filho na revista “Língua Portuguesa”, na edição nº5. Traduza o texto para o português brasileiro.

O Chefe estava bera comigo, já há dias que não punha os butes na redacção e ele não andava em maré de me aparar mais golpadas. Verdade seja que não era costume baldar-me muito, mas uma coisa é o que nós pensamos, outra o que os outros pensam, sobretudo quando os outros fazem parte dessa espécie que responde à palavra chefe. Ia a subir o Chiado a morder com os botões e a manejar a cabeça com mais ou menos perícia, a ver como me havia de livrar do certo raspanete. Era pior que uma ressaca de licores com algumas cervejolas pelo meio. Pensava ir a uma bica na Brasileira para animar os ânimos e entusiasmar a polémica que, de certeza, certezinha, era fatal, lá tinha de ser, estava à minha espera. Com uma tão bela manhã era chato não estar muito virado para a apreciar.

Chiado: um dos bairros de Lisboa, Portugal.            
Brasileira: café (bar e restaurante) do Chiado, que ficou por ter sido frequentado pelo escritor Fernando Pesso

(15 linhas)

Tarefa Redação 1º ano - Introdução aos gêneros do discurso






terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Reportagem



Bibliotecas: Espaços têm de se modernizar, diz curador do Jabuti


Talita Bedinelli, Folha de S. Paulo
Para José Luiz Goldfarb, curador do Prêmio Jabuti há 20 anos e organizador do projeto Estado de Leitores, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, que inaugurou e revitalizou 112 bibliotecas públicas no interior do Estado, esses locais têm de se modernizar para atrair o interesse dos jovens. Para ele, as bibliotecas precisam ter computador e devem se transformar em centros com oficinas e atividades culturais. “Tem que dar vida para a biblioteca. Livro na estante é um cemitério se ninguém mexer.”

FOLHA –
 Por que ainda faltam bibliotecas em tantos municípios?
JOSÉ LUIZ GOLDFARB – O problema da biblioteca é gravíssimo no Brasil. Não é uma questão que recebe a prioridade que deveria. Hoje, se fecharem um hospital, haverá bastante destaque na imprensa. Mas, quando uma biblioteca é fechada, passa batido. A gente tem aqui no Brasil uma produção maravilhosa de livros, mas a tiragem ainda é muito baixa, principalmente dos livros de literatura, aqueles que são lidos por prazer.
FOLHA – Mas há muitas bibliotecas que são pouco usadas.
GOLDFARB – É porque muita gente pensa que qualquer coisa serve [como biblioteca]. Mas tem que ter qualidade, manutenção, ou não atrai o jovem, o leitor do futuro.
FOLHA – E como atraí-los?
JOSÉ LUIZ GOLDFARB – Acho que as bibliotecas, quando se tornarem prioridade, vão ter recurso para renovar o acervo. Se a biblioteca não renova o acervo, o jovem não volta. E como elas ficaram com o acervo velho, criou um clima “down”. Hoje, há uma saída para isso: jogar computador dentro da biblioteca para atrair a turminha. Tem que ter uma proposta diferente de organização física e uso do espaço da biblioteca. Criar um espaço multicultural, com workshop de quadrinhos, de circo. Ensinar a fazer jornalzinho na internet.
FOLHA – Como no Centro Cultural São Paulo (Vila Mariana)?
GOLDFARB – É, lá é um espaço bem-sucedido. Tem cinema, teatro, tem que ser multicultural. Esse é o caminho que o mundo inteiro está tomando. Tem que dar vida para a biblioteca. Livro na estante é um cemitério se ninguém mexer. Cada livro é um túmulo, uma coisa morta.
Quando inauguro uma biblioteca, digo [para os moradores do local] que, quando eu voltar em um ano, as lombadas dos livros têm que estar sujas. Se elas estiverem branquinhas, é um péssimo sinal. A juventude tem que pegar o livro e levar para o futebol. Nas nossas bibliotecas, infelizmente, tem gente que prefere que o livro nem circule porque não dá trabalho, não suja, não estraga. Mas é o contrário, o livro tem que se desgastar para ser lido.


Maioria vai a bibliotecas para fazer pesquisa


No final da tarde de ontem, a biblioteca Álvaro Guerra, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, tinha apenas uma frequentadora. Professora, ela fazia pesquisas no local.

O cenário era similar ao da vizinha Alceu Amoroso Lima, onde, entre os 12 frequentadores, havia um grupo de adolescentes estudando e pessoas com listas de livros nas mãos.

Como nos dois locais visitados pela Folha, a maioria das bibliotecas brasileiras é usada mais para pesquisas do que para lazer, aponta o primeiro censo das bibliotecas municipais do país, divulgado ontem pelo Ministério da Cultura.

Segundo os dados, o lazer é responsável por apenas 8% da procura pelas bibliotecas. Em SP, esse índice sobe para 22%.

Já as pesquisas escolares são o principal motivo de frequência às bibliotecas (com 65% das visitas), seguida das pesquisas em geral (26%).

A pesquisa escolar desponta no Norte e no Nordeste: enquanto 75% usam as bibliotecas para tarefas escolares, apenas 1% visitam o local por lazer.

Entre setembro do ano passado e janeiro deste ano, pesquisadores foram a campo e fizeram consultas por telefone coordenados pela Fundação Getúlio Vargas. A pesquisa encontrou o seguinte cenário: 21% das cidades não tinham bibliotecas municipais abertas.

Em 8% dos municípios, de fato não havia biblioteca; em 13%, elas estavam em processo de reabertura ou implantação.

O estudo considera apenas as bibliotecas mantidas pelas prefeituras. Mas, segundo o Ministério da Cultura, bibliotecas estaduais ficam concentradas nas capitais e o mais provável é que os municípios sem bibliotecas municipais não tenham nenhum outro espaço de leitura mantido pelo poder público.

Nas que estavam em funcionamento, o censo constatou fragilidades: 71% não ofereciam acesso do público à internet, 91% não tinham estruturas acessíveis a deficientes visuais e 53% tinham condições inadequadas, segundo os técnicos.

Parte desses problemas foi considerada crítica por Fabiano Piúba, diretor de livro, leitura e literatura do ministério. A falta de acessibilidade, segundo ele, é "gravíssima".

Piúba afirma que a responsabilidade pelas bibliotecas é, principalmente, dos municípios. À União, continua, cabe instigar as cidades a organizarem o espaço e oferecer materiais, como livros e mobiliário.

Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, afirma que a biblioteca deveria ser vista com mais importância pelos gestores, mas que os municípios sofrem com falta de verbas.

(Folha de S.Paulo)

Estudo do texto "A Sopa de Macarrão"


Estudo do texto

Ø   COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO
1.    O texto apresenta uma família à mesa, na hora do almoço. Porém, há um conflito: o filho está com fome, mas não tem vontade de comer “comida de velho”.
a)    O que ele chama de “comida de velho”?
b)    Qual a comida preferida dele?
2.    Cada uma das personagens assume uma atitude diante do conflito, o que revela muito sobre elas. Leia o que dizem e caracterize-as com um dos adjetivos a seguir.
Conciliador(a)           inflexível           teimoso(a)            condescendente

a)    A mãe; “ – Não-senhor! Só com salada pra valer, arroz, feijão, tudo”
b)    O pai: “— Não tripudie {...] Ele ainda vai comer de tudo.”
c)    O filho: “Não, peguei tomate para tirar da boca o gosto nojento de alface, mas acabo de descobrir que tomate também é nojento.”

3.    Releia este trecho, do início do texto:

Lá da cozinha a mãe diz que decretou ― De-cre-tei! — que ou ele come legumes e verduras, ou vai passar fome.
  1. a)   O que o verbo  decretar  expressa nessa situação?
  1. b)    O emprego desse verbo nessa situação confirma ou nega sua resposta no item a da questão anterior? Por quê?

4.    A mãe quer que o filho engorde e tenha problemas de saúde mais tarde. Para convencê-lo, ela usa de diferentes recursos, entre eles a informação, a ironia e a ação direta. Observe estes trechos:
·              “a mãe pula na cadeira, pega o bife de volta”
·            “E no Natal [...] vai ser papai Noel, NE? E rei Momo no carnaval...”
·            “um jornalista um m~es só comendo a tal fasy-food, engordou mais de seis quilos!”

Qual dos trechos exemplifica a tentativa de convencer:
  1. a)      pela informação?
  1. b)      pela ironia?
  1. c)      pela ação direta?

5.     Diante da pressão que recebe, o filho também se vale de diferentes recursos para convencer os pais. Observe estes argumentos:
·         “Se vocês sempre comeram tão bem, como é que acabaram barrigudos assim?”
·         “No Japão [...] podia ser lutador de sumo e ganhar uma nota.”
·         “Porque ele é gostoso!”
·         “num campo de concentração só comiam assim pouquinho, só o suficiente pra sobreviver...”

  1. a)    Desses argumentos, qual é o único que tem relação direta com as preferências alimentares do menino?
  1. b)    Qual deles procura esvaziar o forte argumento da preocupação com a saúde?
  1. c)    Qual dles tenta provocar remorso nos pais?

6.    O pai, por duas vezes, relembra hábitos alimentares de sua infância.
a)    Como eram esses hábitos? Com a finalidade ele os cria?
b)    Um dos hábitos do pai atraia o interesse do menino. Qual foi ele? Por que o menino ficou interessado?

7.    No jantar, os pais tentam novamente fazer o filho comer, oferecendo-lhe sopa de macarrão de letrinhas.
a)    Que mensagem o filho tenta transmitir aos pais com as palavras que escreve?
b)    Qual é essa palavra?
c)    Por que a contemplação dessa palavra provoca humor no final do texto?

8.    O texto “Sopa de macarrão” é uma crônica humorística. Quase sempre, além de provocar o riso, o texto de humor também faz críticas. Que críticas o texto lido faz?

Ø